Esta versão não traz nenhuma funcionalidade. Ela corrige um travamento visível da tela inicial, um gesto que não fazia o que se pedia e uma série de falhas — algumas das quais ocorriam antes mesmo de você ter visto o aplicativo.

Adicionar um widget travava a tela inicial

O sintoma

Ao abrir a lista de widgets, a tela inicial travava por um instante. Num aparelho recente, passava por hesitação. Num aparelho mais modesto, o Android declarava o aplicativo sem resposta: um relato nos chegou de um Motorola com Android 12.

A causa

Para montar a lista, o Sola carrega o ícone de cada aplicativo que oferece um widget. Esses ícones não são simples imagens: o Android os reconstrói na hora, forma por forma. Num Pixel 8 Pro, são cerca de 7 milissegundos por aplicativo — quase quatro décimos de segundo para uns quarenta apps, e bem mais num processador mais lento.

O problema não era esse custo, mas o momento: o trabalho acontecia na linha de execução que desenha a tela, e antes mesmo de a lista aparecer. Nada podia se mover enquanto ele não terminasse.

A correção

O carregamento agora ocorre em segundo plano: a lista abre imediatamente e se preenche assim que estiver pronta. Os ícones, além disso, são preparados uma única vez em vez de reconstruídos a cada rolagem.

Medido no mesmo aparelho, primeira abertura após reiniciar o aplicativo: o tempo de travamento cai de 394 milissegundos para zero. A rolagem acompanha: os quadros mais lentos caem de 97 para 20 milissegundos.

O painel se fechava em vez de parar no topo

Do fim de uma lista longa — a de widgets, a de aplicativos — um gesto firme para subir fechava o painel inteiro. Mas você tinha pedido para voltar ao topo, não para sair.

Quando uma rolagem lançada com impulso alcança o topo da lista, sobra velocidade. Essa velocidade era repassada ao painel exatamente como se seu dedo o tivesse arrastado para baixo, e tomada como intenção de fechar.

De agora em diante, só o seu dedo fecha o painel. Uma lista que sobe por inércia para no topo e quica, como em qualquer outro lugar do Android. E se você já está no topo, um gesto para baixo fecha, como antes. A gaveta de aplicativos já se comportava assim: os painéis agora seguem as mesmas regras.

Falhas que dependiam do aparelho

As telas de configurações do Android não são iguais em todos os fabricantes. Várias delas, embora documentadas, faltam em certos modelos. O Sola as abria sem rede de proteção: nesses aparelhos, o aplicativo fechava.

O caso mais caro estava no assistente de primeira execução, na etapa que propõe definir o Sola como tela inicial. Num aparelho sem essa tela de configurações, o aplicativo fechava logo no primeiro contato. Agora ele recorre às configurações gerais, e o assistente termina em todos os casos.

No mesmo espírito, abrir um aplicativo recém-desinstalado mostra agora uma mensagem em vez de fechar o aplicativo. Quinze aberturas de telas externas foram revisadas.

As configurações abriam devagar com um papel de parede em alta resolução

Para exibir a miniatura do seu papel de parede, o Sola o carregava em resolução plena. Num aparelho recente, um papel de parede pensado para rolagem horizontal tem o dobro da largura da tela: mais de 40 megabytes na memória, para desenhar uma imagem do tamanho de um selo.

A miniatura agora é reduzida já na leitura, e preparada em segundo plano. Nos aparelhos mais apertados de memória, esse carregamento podia chegar a fechar o aplicativo.

E também

Como obter a atualização

A 1.0.15 está sendo distribuída pela Play Store. É possível forçar a verificação pelo aplicativo Play Store, em «Gerenciar apps e dispositivo».

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